sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Abundante chuva no meu coração...

O dia hoje amanheceu muito agradável...
Chuvoso.
Fresco.
Assim também se encontra meu coração.
Chuvoso.
Fresco.
Repleto de uma abundante chuva que lava tudo o que precisa ser retirado do peito
e prepara a terra para o plantio do que, realmente, deve ser plantado...
Também fresco, sadio, sem estragos, com boa disposição, arejado...
Estou certa que a abudante chuva que Deus começou a derramar noite passada no meu coração precisou ser extravasada para além de meu ser...
Deus precisou de mais espaço para derramar sua abundante chuva.
Por isso, hoje chove...
Chove macio...
Chove como se fosse um sorriso bom!
Porque chove assim no meu coração também.
A chuva alegra muita gente, deixa outros com sensação de aconhego e de paz.
A chuva no meu peito tem função semelhante.
Coração molhado de bênçãos fica assim: pronto para os planos de Deus!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Para que servem as desilusões?


Tenho várias desilusões guardadas nesta vida.
Nenhuma interessante.
Todas essenciais.
Carrego comigo tantas desilusões.
Desilusões de trabalho, comigo mesma, com amigos, de amor... Ah! o amor!
Já me perguntei inúmeras vezes porque Deus, em sua infinita misericórdia, me permite sofrer desilusões.
Justo eu, filha querida, dedicada.
E sei, também muito amada.
Ele nunca me deu uma resposta ao certo...
Mas me deixou pistas...
E hoje sei que um dos motivos das desilusões é me tornar mais forte.
Porque é justamente quando sou mais fraca é que me fortaleço. Na fé.
Sou eu mesma, fraca e peço arrego a Deus.
E Ele me dá. Sempre!
Engraçado, mas ainda fico em dúvida se só para ser forte sofro desilusões...
E reconheço que não.
Sofro desilusões para crescer e aprender.
Tornar-me mais madura.
Tornar-me melhor do que era, do que sou, do que vou ser.
Deus me lapida nisso.
Com minhas areias, Deus me permite transformar em pérola.
Aos poucos, com minha vida, com minhas desilusões, vou me transformando em joia rara.
Pessoa de valor!
Alto valor.
...
Só que percebo que nem só para ficar mais forte ou mais madura sofro desilusões.
...
E quando alguém hoje me perguntar:
"Para que servem as desilusões?"
Posso dizer sem medo:
Para encontrar amigos.
...
Eu me desiludi de novo.
Não teve jeito.
Mas valeu a pena.
Fui presenteada por amizades crescendo dentro do meu peito.

Amar de novo?

Há algum tempo sofri por amor.
Doeu bastante.
Doeu tanto que eu me disse que não amaria mais.
Porque esta dor deixou sequelas. Gigantes.
Eu venho de um histórico de dores de amor.
Decidida,naquela época, me disse: não vou mais amar!
Vou continuar a fugir e afastar os possíveis pretendentes.
Mais seguro.
Mais chato.
...
E, graças a Deus, percebi que a vida sem esse amor é meio incompleta.
E fui mudando de ideia... pedindo a Deus que me ajudasse a amar...
Mesmo que corresse o risco de sofrer.
Na verdade, eu não queria nem correr o risco, muito menos sofrer.
Mas era um jeito camarada de pedir autorização para Deus para poder viver o amor.
...
Tanto pedi que Deus consentiu.
Conheci alguém. Me agradou. Tocou meu coração.
Me fez rir do nada. Me fez cócegas.
Me trouxe mais alegria do que esta que já trago comigo.
E, de novo, amei!
Quem diria!!!
...
Mas quem disse que só de um amor vive o namoro?
Quem foi que disse que um namoro vive com metade do amor?
Ninguém.
E o meu não sobreviveu.
Eu amei. Amei sim! E ainda amo.
Mas ele não amou. Amou não. E não me ama.
...
É, e de novo cá estou, sofrendo por amor...
Cheguei a pedir, de novo, para não amar mais...
Tudo mentira!
Quero amar sim! Bastante!
...
Então, vou adormecer este amor que ainda consome meu peito.
E preparar o coração para o outro!
O verdadeiro.
O que desejo.
Que espero seja verdadeiro.
Que espero venha de Deus.
Que espero que me ame.
Que espero que me cative, me conquiste e me mereça.
...
É ele existe...
Está me procurando...
Preciso acreditar nisso...
Eu creio nisso!
...
Por isso estou aqui, esperando essa dor chata do amor passar e de novo me entregar...
É, me entregar, sim! E sem medo!
Se doeu amar e não ser amada,
Muito pior seria querer amar e não conseguir...
...
Eu consigo!
...
E vou amar de novo!
E melhor: vou ser amada (do jeitinho que sou) e ele vai sorrir para mim, vai sorrir de mim, vai sorrir quando pensar em mim e vai sorrir comigo porque basta ele se lembrar de mim para seu dia ficar melhor. E ele lembra sempre!
Benefícios do amor: renovar-se e ficar melhor!
...
(KA²)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Treze de fevereiro

Mais um treze de fevereiro. Mais um aniversário.
Mais um ano. Agora são trinta e dois.
Trinta e dois anos de frustrações. Frustrações não, "tristezinhas", eu diria...
01. Não ter a conta bancária repleta de dinheiro.
02. Não ter um emprego que me valorize e me dê segurança.
03. Não ser compreendida sempre.
04. Não poder comer muito chocolate sem me preocupar com as espinhas no rosto.
05. Não poder me entupir de sorvete sem me preocupar com a balança.
06. Não ter um corpão sem malhar.
07. Não ter colocado ainda um silicone e feito uma lipoaspiração.
08. Não ter todos os amigos queridos morando pertinho de mim.
09. Não conseguir estar sempre junto dos amigos que moram perto.
10. Não ter minhas avós vivas.
11. Não ter conhecido meu avô paterno.
12. Não ter todas as pessoas que amo vivas.
13. Não ter lido tudo o que queria ler.
14. Não ter viajado tudo o que queria.
15. Não ter sobrinhos de sangue.
16. Saber que existe muita gente passando fome.
17. Saber que crianças sofrem mais do que eu já sofri a vida inteira.
18. Saber que existem pessoas sem amor no peito.
19. Não ter dom para tocar algum instrumento.
20. Não ter uma voz que canta e encanta.
21. Conhecer pessoas interesseiras, invejosas e falsas.
22. Não ter começado minha conversão espiritual aos 2 anos de idade.
23. Não ser boa jogadora de vôlei.
24. Não fazer general de boca com frequência.
25. Não ser amada por quem desejei.
26. Não ter quem me valorize e conquiste.
27. Não ter quem me mereça!
28. Não ter conhecido o amor-homem que Deus fez para mim.
29. Não ter casado e ter um maridão que me ame e eu o ame.
30. Não ter filhos.
31. Não ter filhos gêmeos.
32. Não ter com quem fazer planos para o futuro (ainda!).

E também completo trinta e dois anos de alegrias...

01. Estar viva e com saúde.
02. Ter meus pais que amo vivos e saudáveis.
03. Ter um irmão e uma cunhada felizes.
04. Ser inteligente.
05. Ser sensível ao amor, aos sentimentos como um todo.
06. Ser instrumento de Deus.
07. Ser uma boa profissional.
08. Ter um carrinho que me leva onde preciso.
09. Ter ouvidos que permitem emocionar com lindas músicas.
10. Ter olhos perfeitos que possiblitam ver a beleza da vida.
11. Ter pernas e braços capazes de me levar por aí e abraçar aqueles que amo.
12. Ser tocada pelo Espírito Santo de Deus diariamente.
13. Sentir a presença de Nossa Senhora e dos meus anjinhos, incluindo São Rafael.
14. Ter muito o que ler ainda (e ter uma visão perfeita para isso!).
15. Ter muito por onde viajar...
16. Poder conhecer pessoas bacanas e verdadeiras que viagem comigo.
17. A possibilidade de nas viagens conhecer pessoas interessantes.
18. Ter uma família linda e que me ama, apesar de eu ser como sou.
19. Ter meu avozinho mais lindo vivo.
20. Ter alguns bons e verdadeiros amigos.
21. Receber o carinho e o amor deles, mesmo quando estão a mais de 100, 500, 1000 km de distância.
22. Poder receber ligações e visitas deles no meu aniversário.
23. Ter sobrinhos do coração que eu amo e sinto que me amam.
24. Poder estudar.
25. Ser capaz de amar.
26. Ser capaz de superar a falta de amor e as desilusões amorosas e querer amar, mesmo tendo sofrido muito.
27. Ter certeza que o amor vai chegar pelas mãos de Deus.
28. Saber que vou ser conquistada por quem me mereça, mesmo que isso demore um pouquinho.
29. Sentir a alegria que vem do nada, mesmo quando estou numa fase tristinha.
30. A consciência que quem não me quis como namorada perdeu uma pessoa muito especial.
31. Sentir e poder ler poesia.
32. Ter muito mais facilidade em elencar o que me alegra do que as tristezas e saber que 32 é um número insuficiente para listar todas as minhas alegrias.

É, gente, faço trinta e dois anos com mais expectativas e fé do que quando fiz trinta e um.
Pode parecer ilógico, afinal, teoricamente, tenho um a menos de vida!
Mas não é, pois tenho um ano a mais de amor de Deus no coração e de amadurecimento.
Sofri mais, é verdade, me desiludi de novo, também.
Porém, também recebi mais amor, rezei mais, sorri mais do que chorei...

É, posso dizer, aos trinta e dois sou mais feliz do que era aos trinta e um.

Ainda espero o amor que se esconde... e pretende me fazer uma surpresa.
Porém, hoje, tenho uma certeza: devo demonstrar o amor que sinto e se o outro não reconhecer e justamente por isso me conquistar diariamente, não me merece. Portanto, não é o amor-homem que Deus fez para mim. Mas, nem por isso, ficarei só para sempre...
Deus apenas pode ter aberto o caminho para aquele que realmente vai me fazer sentir uma princesa... adorada... amada... cuidada...
Do mesmo jeito que meus pais já fizeram comigo...
Do mesmo jeito que Deus me trata...
Com amor...

Ah, como é bom completar trinta e dois anos e aprender que apesar de estar mais madura, ter amado mais, ainda tenho muito mais que amadurecer, aprender e amar... e, principalmente, tenho muito ainda para SER AMADA...
O desafio é nunca permitir que a frustração que nasce dos fatos venha determinar os motivos da existência.

(Pe Fábio de Melo)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Às vezes, no silêncio da noite...

às vezes no silêncio da noite,
eu fico imaginando nós dois...
eu fico aqui sonhando acordada,
juntando... o antes, o agora e o depois...
por que você me deixa tão solta?
por que você não cola em mim?
estou me sentindo muito sozinha...
não sou, nem quero ser sua dona
é que um carinho, às vezes, cai bem...
eu tenho os meus desejos e planos
secretos... só abro para você e mais ninguém
por que você me esquece e some?
e se eu me interessar por alguém?
e se ele, de repente, me ganha?
quando a gente gosta, é claro que a gente cuida!....




Não, não é por causa desta linda e triste música do Caetano que nomeei este post de "Às vezes, no silêncio da noite...". Muito embora, este trecho aí da letra seja bem o que senti há pouco tempo... Mas, isto fica para uma outra discussão teórica e prática de desilusões amorosas...

Quando começo com "Às vezes, no silêncio da noite" quero dizer que, às vezes, enquanto a noite silencia meu coração dilacerado grita! Alguém pode até me achar meio exagerada ao dizer que me coração dilacerado grita... pois confirmo e repito: o coração ficou dilacerado sim! Rasgado em pedaços, sim! Despedaçado com violência, sim! Muito aflito, sim! Torturado e mortificado, sim! Ferido... Desacreditado... é, para falar a verdade, talvez, dilacerado seja até um eufemismo para como meu coração ficou no silêncio de uma noite dessas da vida...  E confirmo outra coisa, ele gritava! Chorava! Esperneava! Não por pirraça... mas de dor mesmo!

Mas é incrível, todo mundo que percebeu isso, ficou sabendo deste episódio de novela mexicana: um coração dilacerado gritando de dor por um amor que se foi (se é que algum dia ele realmente veio), na tentativa de me consolar ou amenizar a dor sempre diz algo como: "vai passar", "não esquenta, isso passa"... Putz, que raiva ouvir isso. É claro que vai passar, não tenho dúvidas! Mas eu tenho o direito de chorar e me ausentar de mim mesma, não tenho? É também sei que para os amigos, a ideia não é me aborrecer, mas ajudar... e venhamos e convenhamos, decididamente, vem o tempo e cura o que tem que curar MESMO!

Foi assim com um monte de gente, inclusive com muitos dos que me disseram isso, já foi assim comigo outras vezes e está sendo assim de novo...

É, como me disse meu amado e amigo Pe Eri um dia desses: "só a justa medida do tempo é capaz de revelar a justa medida das coisas"... e aos poucos elas se revelam para mim com a permissão do nosso senhor tão bonito... o tempo!

Quero dizer com isso que a dor vem, no silêncio da noite e faz um estardalhaço!, mas com os minutos, as horas, os dias que se passam, vão sendo amenizados pelo carinho de outras pessoas... pelo meu amor próprio...

Não sei bem o motivo de escrever tudo isso ou se, por acaso, este texto acabou com um sentido, não sei se quer se ele tem introdução, desenvolvimento e fim, mas sei que tudo o que senti no silêncio de uma noite tem servido, apesar das lágrimas que rolaram, ou justamente por causa delas, uma Kenia diferente... talvez melhor... talvez pior, mas certamente não mais a mesma.

No silêncio da noite, com os gritos do meu coração, aprendi pequenas coisas... entre elas que o amor é assim mesmo: requer empenho (como diria o Pe Fábio de Melo), e eu me empenhei! Muito!!! Talvez mais do que deveria, mas do tanto que achei que devia... e que apesar de amor ter duas facetas, uma que faz sorrir sem motivo e a outra que corta como faca afiada, não vou deixar de tentar... Porque uma hora, eu não amo sozinha...

Acredito, ainda com um pouquinho de dor, é verdade, mas até a dor, serve para me dizer que estou viva!!!, que amar requer vontade e eu tenho vontade de amar ainda... e muito! E mais que isso de ser amada também.. assim, o amor seria completo: duas metades... duas pessoas que querendo amar, sim, porque o amor requer empenho e vontade, sejamos felizes... e aproveitemos o silêncio de outra noite para sorrir com os olhos... para sonhar... para curtir o amor instalado nos nossos corações...

É, os silêncios das noites são múltiplos... o meu último silêncio vivido e dolorido foi a uma semana do meu aniversário, comigo sozinha em casa, até a madrugada quando recebi o silêncio do coração de meu pai e minha mãe que vieram ficar comigo... (ah, como o silêncio do amor dos pais da gente aquece! e protege...)...

Mas tenho fé e certeza que os próximos silêncios da noite serão encantadores, reveladores de amor... de todo amor que AINDA tenho dentro de mim... esperando alguém que o queira... NÃO, NÃO... que o queira não... que o queira sim, mas que também o CONQUISTE....

Ai, ai... sei que serei muito feliz ainda... às vezes, no silêncio da noite...

KA²
Minha maior tristeza é que todo novo amor que eu arrumo vem sempre com algum velho amor tão longo e bonito. E eu sofro porque com pouco tempo não consigo ser melhor que o muito tempo. E de sofrer assim e enlouquecer assim, nunca dou tempo de ser muito para esses amores porque estrago antes.
(Tati Bernardi)
Para reconhecer minhas fragilidades, preciso de força!

(Pe Fábio de Melo)


O amor requer empenho.

(Pe Fábio de Melo)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ninguém é insubstituível - Do Blog: Montanha russa emocional

Essa noite tive um sonho estranho, com alguém que já fez parte da minha vida, mas que agora faz parte do meu passado. Lembro que no sonho, falavamos sobre trivialidades, quando eu falei para ele, que ninguém era insubstituível... Engraçado, as vezes meus sonhos são um tanto instrutivos...
Enfim, acordei pensando nisso...
Sempre que acharmos que somos insubstituíveis, que somos muito importantes na vida de alguém, que tivermos plena certeza de que não existe ninguém melhor que nós e que a nossa ausência deixará um buraco impreenchível na vida dos que nos rodeiam, devíamos lembrar que ninguém é insubstituível...
E se mesmo assim, achares que és tão importante, faça uma pequena experiência...
Encha um balde com água, e coloque sua mão dentro, deixe alguns segundos, e depois retire...
Notarás, que o vazio que ali ficará, é do tamanho da falta que tu fará na vida das pessoas.
Resumindo, podemos chegar na vida de alguém, trazer alegria, movimentar tudo, deixar tudo de cabeça para baixo, mas quando vamos embora, tudo volta ao normal, pois todos nós temos a capacidade de "reiniciar" o sistema...
Portanto meus caros amigos, não fiquem "fazendo e acontecendo" na vida das pessoas, por se julgarem insubstituíveis.... Mais cedo ou mais tarde, serão substituídos, por maior que seja o sentimento, por maior que seja a amizade, por maior que seja o amor...
Insubstituível, só pai e mãe!
Só a justa medida do tempo é capaz de revelar a justa medida das coisas.

(Pe Eri)

A despedida do amor



Em março de 2009, postei este texto, porém acho-o oportuno para este fevereiro de 2011...

Existem duas dores de amor.

A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos.

Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra.
A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.

(Martha Medeiros)

Do Blog: Homens são tolos, mulheres também!

Mulheres carentes caçam amor, vêem amor onde não tem!


Então preste atenção: se ele estiver interessado ele liga, ele não perdeu seu número de telefone!


Se ele estiver interessado ele arruma tempo, não existe homem ocupado demais.


O segredo com os homens é simples. São como água quente, só precisam de um gelo para se tornar disponível!


Enquanto você moça se mostrar disponível, ele ficará indisponível. É como uma brincadeira de gato e rato.


Afinal porque ele ficará a sua disposição se pode ter você sempre ali na estante pra quando quiser brincar?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sabedoria de Narinha

"Um relacionamento não é construído ou destruído só por uma pessoa".

"Uma relação é o conjunto de ações e sentimentos de duas pessoas".

Renovação

As perdas que não lamentamos,
pois as trilhas que vivemos
renovam-se a cada era...
Se no outono a folha cai,
uma outra, é certo,
vai renascer na primavera!

A importância do amanhecer

Nunca desista.
Olhe para o amanhecer...
É um novo dia que chega.
Novas escolhas, novas pessoas, novos desafios.
Olhe o sol nascendo para encontrar novas energias
E lembrar que cada amanhecer traz outras oportunidades e novas esperanças.

(Mandado com o carinho da madrinha)