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Às vezes, no silêncio da noite...

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às vezes no silêncio da noite, eu fico imaginando nós dois... eu fico aqui sonhando acordada, juntando... o antes, o agora e o depois... por que você me deixa tão solta? por que você não cola em mim? estou me sentindo muito sozinha... não sou, nem quero ser sua dona é que um carinho, às vezes, cai bem... eu tenho os meus desejos e planos secretos... só abro para você e mais ninguém por que você me esquece e some? e se eu me interessar por alguém? e se ele, de repente, me ganha? quando a gente gosta, é claro que a gente cuida!.... Não, não é por causa desta linda e triste música do Caetano que nomeei este post de "Às vezes, no silêncio da noite...". Muito embora, este trecho aí da letra seja bem o que senti há pouco tempo... Mas, isto fica para uma outra discussão teórica e prática de desilusões amorosas... Quando começo com "Às vezes, no silêncio da noite" quero dizer que, às vezes, enquanto a noite silencia meu coração dilacerado grita! Alguém ...
Minha maior tristeza é que todo novo amor que eu arrumo vem sempre com algum velho amor tão longo e bonito. E eu sofro porque com pouco tempo não consigo ser melhor que o muito tempo. E de sofrer assim e enlouquecer assim, nunca dou tempo de ser muito para esses amores porque estrago antes. (Tati Bernardi)

A despedida do amor

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Em março de 2009, postei este texto, porém acho-o oportuno para este fevereiro de 2011... Existem duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas recl...

A despedida do amor

Existem duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprende...

By minha aluna Gláucia Lopes

Talvez amanhã... Quando você sonhar em me querer, eu ja tenha encontrado alguém que me queira. Talvez quando você precisar de mim... Eu ja tenha desistido de te ajudar. Quem sabe quando você lembrar que eu exista... Eu ja esteja fora de seu alcance... E se por acaso... Você quiser me amar... Talvez eu tranforme esse amor em amizade. Talvez quando os seus olhos sentirem falta de uma luz... E você quiser me ver... Eu ja tenha encontrado alguém que me queira... Tanto quanto eu te quis. E se depois de tudo isso... Você ainda não entendeu... Que eu sofri por você... Esqueça tudo que leu e se enquadre somente nessas 3 palavras... "VOCÊ ME PERDEU"

Do amoroso esquecimento

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Eu, agora - que desfecho! Já nem penso mais em ti... Mas será que nunca deixo De lembrar que te esqueci? (Mario Quintana - Espelho Mágico)