terça-feira, 31 de agosto de 2010

Simplicidade na pregação de Paulo e na nossa!


Em I Coríntios 2, 1-5, encontramos as seguintes palavras:
Também eu, quando fui ter convosco, irmãos, não fui com o prestígio da eloquência nem da sabedoria anunciar-vos o testemunho de Deus. Julguei não dever saber coisa alguma entre vós, senão Jesus Cristo, e Jesus Cristo crucificado. Eu me apresentei em vosso meio num estado de fraqueza, de desassossego e de temor. A minha palavra e a minha pregação longe estavam da eloquência persuasiva da sabedoria; eram, antes, uma demonstração do Espírito e do poder divino, para que vossa fé não se baseasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.
Nesta palavra, o apóstolo Paulo, que se corresponde por cartas com a igreja de Conrito, fala a respeito da necessidade de nos colocarmos diante de Deus como instrumentos do seu amor e de anunciação da sua palavra.

Sim. Todos nós podemos ser pregadores do amor de Deus, de suas graças, de seus milagres. Não precisamos para isso recorrer à oratória, nem mesmo sermos eruditos ou ter sabedoria de prestígio.

Na verdade, precisamos ser humildes e compreender nada mais do que os nossos irmãos sabem. Porque também nós a única coisa que sabemos é que Jesus Cristo morreu crucificado por amor a nós. Precisamos, então, nos apresentar diante daqueles que precisam ouvir a palavra de Deus de forma humilde, humanamente fraca, receosa e ainda temorosa. Porque não falamos ou pregamos por nossa própria sabedoria.

Mas o Espírito Santo de Deus, ao nos ter ali dispostos a ser seu instrumento de fé e amor usará de nossa fala, de nossa expressão humana para persuadir e dizer o que é sábio. Não seremos nós falando, mas o Santo Espírito de Deus.

Não é a nossa sabedoria humana que proclamará o amor de Deus por meio de nossa boca, mas o grande poder de Deus.

Precisamos, irmãos, de simplicidade em nossa pregação... seja ela para um amigo, para sua família, para seus colegas de trabalho ou mesmo para uma igreja repleta de fieis.

Espontaneidade e franqueza de coração. Eis a maior receita para se pregar o amor.

domingo, 29 de agosto de 2010

Oração do Bem

Que hoje se realize tudo o que você quer.
Que a paz de DEUS e o frescor do ESPÍRITO SANTO estejam em seus pensamentos, dominem a noite em seus sonhos e estejam sobre todos os seus
medos.
Que DEUS se manifeste de uma maneira jamais experimentada por você.
Que seus desejos sejam atendidos, inclusive seus sonhos mais íntimos e suas orações sejam respondidos.
Minha oração é para que você tenha FÉ.
Minha oração é para que seus espaços sejam aumentados.
Minha oração é pela paz, cura, saúde, felicidade, prosperidade, alegria e um
verdadeiro e eterno amor a DEUS.

(Enviado por email pela amiga Cleide Oliveira)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Espatódea (Nando Reis)


Não sei se o mundo é bom
Mas ele ficou melhor
Quando você chegou
E perguntou:
Tem lugar pra mim?

[...]

Não sei o quanto o mundo é bom
Mas ele está melhor
Desde que você chegou
E explicou
O mundo pra mim

Porque eu sei que é amor...

Composição: Sérgio Britto e Paulo Miklos

Porque eu sei que é amor
Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova

Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui
Agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora

Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
E eu peço somente
O que eu puder dar

Porque eu sei que é amor
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta

Mesmo sem porquê eu te trago aqui
O amor está aqui
Comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim
Mais vivo

Porque eu sei que é amor

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Será que é história real?


Mesmo se não for real, vale a pena ler e refletir...


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia..Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento.

Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco.
Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto.

Portanto, encontre tempo para ser amigo de seu conjugue, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos.

Tenham um casamento real e feliz!

(Enviado por e-mail pela Laura Silveira)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

São Rafael Arcanjo


Vós que sois lança e bálsamo do amor divino,
nós vos suplicamos,
feri o nosso coração
e depositai nele um amor ardente de Deus.
Que a ferida não se apague nele,
para que nos faça perseverar todos os dias
no caminho do amor.
Que tudo vençamos pelo amor!
Trazei a nós,
como trouxestes a Sara e Tobias a cura de Deus,
a cura da alma e do coração,
de toda e qualquer maldição em nossas famílias e relacionamentos.
Ajudai aqueles que procuram a pessoa certa para se unir no sacramento do matrimônio.
São Rafael Arcanjo,
nós vos suplicamos,
vinde depressa e socorrei-nos!
Amém!

Nos braços do Pai


Uma menina subiu ao segundo andar de um prédio.


Seu pai ficou na praça.
De repente, irrompeu um incêndio.


A fumaça escureceu tudo.


Da janela a menina gritou:
- Papai socorro!
O pai se pôs embaixo da janela e gritou:
- Filha, salte! Eu pego você!
A menina respondeu:
- Papai, eu não estou vendo você!
E o pai respondeu:
- Mas eu estou vendo você!
Então a menina saltou e foi salva.
A fé é um salto nos braços do Pai.


Nós não o vemos, mas Ele nos vê.


O importante é confiarmos na sua palavra e colocarmos nossa vida em suas mãos.

domingo, 15 de agosto de 2010

Solidão, que solidão?

Na postagem anterior, disse que estou numa fase que desejo o oposto da solidão. E acho conveniente deixar claro o que quero dizer com isso. Antes que qualquer possível leitor ou eu mesma, no futuro, confunda-se com o que esta oposição à solidão signifique.

Quando digo que quero o oposto da solidão, não me refiro ao não estar só amorosamente... ou estar muito bem acompanhada.

Refiro-me ao convívio social com toda e qualquer pessoa:

sim, comigo mesma! (porque sou várias em uma só: filha, irmã, amiga, professora, namorada, futura mãe...)

mas convívio também com

família,

amigos antigos,

amigos novos,

possíveis amigos,

amigos virtuais

(aqui se enquadram os da internet e aqueles que ainda posso conhecer...)...

Conviver.


Viver com todos os que me fazem diferente, modificada, restaurada...


KA²

Solidão e livros


Vendo o programa Sempre um Papo, da TV Câmara, vi uma entrevista com Márcia Tiburi. Durante o papo, ela disse que a pessoa quando resolve ler um livro tem que estar disposta à solidão.

Isto me despertou para um detalhe: talvez não seja apenas resquícios de cansaço e estafa o motivo maior que tem me impedido ler por completo um livro ou uma revista dos novos ou daqueles que, há muito tempo, desejo ter o que estou tendo (tempo) para ler...

Provavelmete, não tenha conseguido pegar meus livros preferidos e aqueles que desejo que se tornem prediletos porque eu não estou num momento que eu não deseje a solidão.

É, definitivamente, não tenho desejado a solidão.

Não desejo estar só.

Muito embora isto me permita ser eu mesma, sem máscaras, sem definições, sem nada que me force a ser o que não quero ou o que não sou. Muito embora a solidão me permita descansar em mim mesma.

Decididamente, apesar de ainda estar reclusa em mim mesma e no meu lar, estou numa fase que quero o oposto da solidão...

KA²

Ócio


A falta de ter o que fazer ou simplesmente o não saber o que fazer por não se ter muitas obrigações trabalhistas, digamos assim, é engraçada...

Inebria, alegra e deixa o ser estranho...

Dá vontade de se fazer milhões de coisas e, ao mesmo tempo, algo impossibilita que se faça ao menos metade do que se planeja.

No entanto, permite respirar....

Respirar sem pressa...
Com menos angústias...
Com menos ansiedade...
Com mais alegria e felicidade!
Permite respirar...
Respirar mais feliz!
Mais viva!

O ócio dá uma leve ideia de que se pode esperar mais pelo melhor que está por vir. Não dá aquela sensação de que o mundo vai acabar e você, consumida por tanta coisa, tanto trabalho, tanto problema, tanta coisa para fazer, não vai conseguir esperar ou porque se está muito cansada ou porque adoecerá e morrerá antes do happy end chegar!

A ociosidade é perfeita para viver melhor!

Pelo menos durante algum tempo...
E o meu, decididamente, ainda não acabou!

Nunca achei que poderia dizer isso, mas a desocupação me faz tanto bem quanto a ocupação!

A desocupação ocupa minha vida com ócio...

(KA²)

terça-feira, 3 de agosto de 2010