sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dor - paciência

O que é sentir dor todo santo dia?
É ruim, desconfortável e, claro, "doloroso".
É isso que a fibromialgia faz dos meus dias...

Ao escrever e sentir dores nas costas, pernas, cervical e outras tantas juntinhas do meu corpo, pergunto-me: isso não vai acabar nunca?

Por outro lado, penso que tudo poderia ser muito pior e louvo a Deus pelas dores, pela paciência que Ele me dá (e exige de mim) quando a dor não cessa (e ela não cessa nunca). Talvez isso represente que preciso muito da calma, da sabedoria, da sapiência...

Então, neste aprendizado constante, agradeço pela oportunidade de aprender e, sobretudo, de viver!

domingo, 9 de junho de 2013

O que preciso agora?

Tenho fé, amor, trabalho, família, amigos, marido...
Tenho muita coisa para fazer, muitas decisões a tomar, fibromialgia, ansiedade...
Tenho muito mais do que preciso e muito menos do que meus anseios alcançam, mas tenho o necessário para viver. E viver bem.
Viver e aprender que quando a ansiedade se aproxima e toma contas das pernas que não se aquietam, quando os olhos insistem em se manter alerta, quando as palavras em minha mente não se calam e quando apodera-se de meus pensamentos, fazendo com que visitem lembranças...
Acontece que visitar lembranças não traz a solução para as atividades por fazer, para as decisões a serem tomadas, para a fibromialgia, para a ansiedade, para o receio de não sei o quê.
Para aquietar a mente, o espírito, o coração preciso de muito. De muitas coisas. De alguma coisa.
O quê?
Neste exato momento, um banho relaxante, daqueles que lavam o corpo, o coração, os olhos, os sentimentos.

A simplicidade das águas que caem do chuveiro pode se unir ao doce barulho da água aquecida que escorre pelo corpo, pela alma e curar.

Múltiplos "eus"

Sempre quis ser escritora... 
Dessas que fazem sucesso. 
Não pelo dinheiro, sabe?! 
Mas por saber que existem pessoas que compartilham do que sinto, penso, falo. 
Por sentir a cumplicidade dos leitores.
E, a partir desta cumplicidade, crescer nas reflexões. 
Aprender mais um pouco. 
Sobre o mundo. Sobre mim.
Parece estranho falar em aprender um pouco mais sobre mim com leitores virtuais que desconheço. 
O que eles podem me oferecer sobre mim mesma?
A essência do que sou?
Oportunidades do que posso ser?
Sinceramente, não sei.
O que acredito e desejo é apenas: usar minhas experiências de vida, profissionais, pessoais, minhas vivências como um todo e ser melhor, não porque fiquei conhecida por ser uma escritora de renome (oh, glória!...hehehe...), mas porque fiquei melhor a partir da multiculturalidade de seres e ambientes que me cercam. 
A partir da multiplicidade de “eus” em mim!